terça-feira, 27 de julho de 2010

HÁ FILHOS QUE GOSTARIAM

de escrever uma carta ao pai que nunca conheceram..." Pai, nós nunca nos vimos. Fiquei sabendo que você desapareceu logo que soube da gravidez da minha mãe. Ela nunca quis dizer nada a seu respeito. Disse que você tinha ido embora. Forcei-a falar. Disse que você e ela tiveram uma aventura , que você era casado e depois sumiu sem deixar traços. Vivi do melhor modo possível com a mãe e a vó. Nunca, no entanto, tive meu pai nas reuniões da escola e da igreja, nunca coloquei minha mão na sua mão. Quantas vezes sonhei que iria jogar futebol com você.Sonhei que um dia, numa imensa multidão. alguém me apontaria seu rosto e nos abraçaríamos e dançaríamos a música do júbilo. E eu correria, com os cabelos ao vento, dizendo e gritando: 'Meu pai...meu pai!" Em minhas fantasia imagino seu armário, suas roupas, suas coisas perto das minhas. Onde você está? Por favor ,dê um sinal de vida!"( Fonte fohinha Sagrado Coração)

paz no mundo: COMO SE FORMAM OS BANDIDOS

paz no mundo: COMO SE FORMAM OS BANDIDOS

COMO SE FORMAM OS BANDIDOS

O futuro psicosocial dos seus filhos está na estrutura equilibrada da personalidade durante a infância e a adolescência. Na medida que a criança começa a desenvolver sua maturidade fisiológica ela procura testar suas respostas psicomotoras de todas as maneiras: ela grita, cospe, chuta as canelas da mãe ou do pai, chora e expressa suas primeiras manifestações com agressividade, pois ela não é capaz de controlar nem entender suas emoções.
Entre um e quatro anos, e às vezes até mais, esta criança que parece na verdade está dando vazão a situações tencionais provocadas por exigências que ela não é capaz de executar ou cumprir, como inseguranças, medos, ciúmes, falta de atenção, dificuldade de adaptação com empregadas, na pré-escola,pessoas estranhas ao convívio, fome, frio e problemas de relacionamentos familiar, principalmente entre os pais.
O que fazer então? O primeiro passo é não rotular essas crianças como maldosas, pestes, demônios e outros nomes. Devemos procurar as causas e circunstâncias em que manifestam essas mudanças de comportamentos.Os pais jamais devem corrigir o comportamento "violento" com outro igual ou pior( tipo dar surra, devolver as atitudes da mesma maneira pra ele ver o quanto dói, etc). A violência reprimida com violência, além de produzir frustração, incompreensão, revolta e gera mais agressividade e recalcamento de emoções que poderão explodir no futuro de maneira pior e consequência mais funestas para ele e para a sociedade.
Então,é preciso descobrir as causas e proporcionar amor, segurança, carinho e orientação adequada no momento do problema, Se as manifestações de agressividade persistirem deve-se procurar um bom psicólogo.
Agora, no período escolar, propriamente dito, as etapas de desenvolvimento psicosocial e de maturidade fisiológica ( funcional) da criança se desenvolvem numa velocidade espantosa. As mudanças de comportamento e socialização escolar e de amigos;as exigências competitivas do meio; os problemas familiares; as doenças; o despertar do amor e do sexo e outros problemas que culminam com a adolescência propriamente dita,são o caminho para futuros problemas de agressividade, violência, drogas e comportamentos antisociais. entre outros. Se os pais não estiverem atentos à evolução de seus filhos, com paciência, amizade, amor, sinceridade, diálogo,controle, estímulos para a prática esportiva, saúde, natureza, convívio familiar, bons exemplos e espiritualidade, na certa encontraram dificuldades, problemas, tristezas e frustrações. Precisamos estar alertas para que nossos filhos sejam pessoas equilibradas, felizes e produtivas para a sociedade.
( escrito pelo psicólogo Johann Melcherts Hurtado, 11/2000).